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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/190</link>
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    <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:39:53 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-15T19:39:53Z</dc:date>
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      <title>Níveis séricos de Luteína e sua relação com factores de risco cardiovascular em Diabéticos Tipo 2 com e sem retinopatia.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10884/1413</link>
      <description>Title: Níveis séricos de Luteína e sua relação com factores de risco cardiovascular em Diabéticos Tipo 2 com e sem retinopatia.
Authors: Marques, Cátia Diana Amado
Abstract: Introdução: A diabetes mellitus constitui um problema mundial de saúde pública. A sua prevalência em 2012 foi de 12,9% para a população portuguesa com idades entre os 20 e os 79 anos, o que corresponde um valor estimado de 1 milhão de indivíduos. A diabetes mellitus tipo 2 é a mais prevalente, representando mais de 90% da população de indivíduos com diabetes. O stresse oxidativo pode ser responsável por diversas complicações angiopáticas na diabetes. Determinados carotenoides, como a luteína, têm revelado efeitos benéficos e as concentrações séricas de luteína têm sido estudadas com o objetivo de esclarecer qual a sua relação com fatores de risco cardiovascular e se poderá ter um efeito protetor na retinopatia e na macroangiopatia.&#xD;
Objectivo: Avaliar os níveis séricos de luteína em diabéticos tipo 2 com retinopatia e sem angiopatia, bem como a sua relação com fatores clássicos do risco cardiovascular.&#xD;
Métodos: Estudo epidemiológico observacional analítico do tipo caso-controlo numa amostra de 115 diabeticos tipo 2 com idades entre os 40 e os 75 anos. Foram constituidos 2 grupos: grupo I - 40 diabéticos com retinopatia e grupo II: 75 sem complicações. Ambos os grupos foram recrutados na Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal. Os dados do estudo foram obtidos a partir da base de dados do projeto “Hábitos alimentares, hiperhomocisteína e doença cardiovascular na diabetes tipo 2” com a referência PIC/IC/82957/2007. Os dados foram tratados através do software SPSS® versão 20.0. Para comparação de médias ou proporções e em função do tipo de variável foram utilizados os testes de t-student e qui-quadrado. As possíveis associações foram determinadas pela aplicação de um modelo de regressão linear simples.&#xD;
Resultados: Os níveis séricos de luteína foram semelhantes entre os grupos (I: 0,718 ± 0,05 μM vs. II: 0,717 ± 0,05 μM). Foi observada uma associação direta da luteína sérica com o colesterol HDL, e inversa com o índice de massa corporal e o perímetro abdominal no grupo II. Simultaneamente verificou-se também uma associação inversa da luteína com a pressão arterial diastólica e com as pulsações no grupo I.&#xD;
Conclusão: Parece existir um efeito protetor da luteína sérica no aparecimento de complicações angiopáticas da diabetes mellitus do tipo 2, visto que, níveis mais elevados de luteína no soro estão associados com a diminuição de factores de risco cardiovascular, como o índice de massa corporal, perímetro abdominal, pressão arterial diastólica ou pulsações e com o aumento de outros factores protetores, como o colesterol HDL.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10884/1413</guid>
      <dc:date>2014-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do risco nutricional em idosos utentes do Centro de Saúde da Alameda</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10884/1386</link>
      <description>Title: Avaliação do risco nutricional em idosos utentes do Centro de Saúde da Alameda
Authors: Lage, Joana Monteiro
Abstract: Introdução: O envelhecimento populacional é considerado um fenómeno mundial, sendo tão característico de países desenvolvidos como de países em desenvolvimento. Portugal é um dos países da União Europeia com maior percentagem de idosos e um menor número de população ativa. O Mini Nutritional Assessment® (MNA) representa um método simples e rápido sendo, por isso, a ferramenta mais utilizada para a avaliação nutricional. Tem vindo a ser demonstrada a utilidade desta ferramenta na identificação precoce de desnutrição e/ou risco nutricional em idosos.&#xD;
Objetivo: Avaliar a prevalência de desnutrição e/ou risco nutricional numa amostra de idosos utentes de um Centro de Saúde de Lisboa pertencente à Adminstração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.&#xD;
Metodologia: Estudo observacional analítico do tipo transversal realizado em 30 idosos utentes de um centro de saúde de Lisboa. Os dados sócioeconómicos, clínicos e de estilo de vida foram obtidos pela aplicação de um questionário de resposta fechada. O peso e a altura foram medidos de acordo com as recomendações da Direcção Geral de Saúde. O Índice de Massa Corporal (IMC) foi avaliado por comparação com o valor de referência de Lipschitz. Foi aplicado o MNA para avaliar a prevalência de desnutrição e/ou risco nutricional. A análise estatística dos dados foi realizada utilizando o software informático para Windows, SPSS®, versão 23.0 (SPSS INc, Chicago). A comparação dos valores médios de variáveis numéricas com distribuição normal foi realizada pela aplicação dos testes de t-student. Foi considerada significância estatística quando p&lt;0,05.&#xD;
Resultados: A maioria dos idosos (93,3%) realiza 3 refeições diárias e 96,7 dos participantes consome menos água diariamente do queo recomendado segundo a EFSA. Dos idosos avaliados, 36,7% dormia menos de 6 horas/noite. A avaliação do IMC segundo Lipschitz (1994) indica que, 54,1% dos homens e 65,2% das mulheres apresentam excesso de peso. Apesar de nenhum participante estar classificado como desnutrido, 16,7% estão em risco de desnutrição.&#xD;
Conclusão: A prevalência do risco de desnutrição na amostra é relevante, sendo crucial o acompanhamento nutricional dos idosos em risco de desnutrição ou desnutridos. É evidente a necessidade de intervenção nutricional personalizada no âmbito de cuidados de saúde primários realizada por um profissional de saúde especializado em alimentação e nutrição no idoso.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jun 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10884/1386</guid>
      <dc:date>2016-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tendências de consumo alimentar em três de restauração coletiva do sector industrial com dispersão geográfica no norte, centro e sul de Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10884/1132</link>
      <description>Title: Tendências de consumo alimentar em três de restauração coletiva do sector industrial com dispersão geográfica no norte, centro e sul de Portugal
Authors: Severino, Joana Filipa Fernandes
Abstract: Introdução: O consumo de carnes vermelhas e processadas têm sido associados a um aumento de diversas patologias.&#xD;
Objetivo: Avaliar as tendências de consumo de 3 unidades de restauração coletiva do sector industrial dispersas geograficamente, ao longo de 2 anos, bem como avaliar as tendências de consumo de carnes vermelhas e carnes processadas 6 meses antes e depois da diretiva da OMS sobre o consumo de carnes vermelhas e carnes processadas.&#xD;
Metodologia: Para avaliação da amostra procedeu-se à seleção de 3 unidades de restauração coletiva do sector industrial com dispersão geográfica no norte, centro e sul de Portugal. Foi efetuada uma recolha de dados através do portal de compras disponibilizado pela empresa Eurest de Portugal.&#xD;
Resultados: Verificou-se uma grande variabilidade das compras e tendências de consumo durante o período analisado, destacando-se a unidade industrial da zona sul, que demonstrou um decréscimo de compras no período compreendido entre abril, maio e no mês de outubro de 2015. Foi ainda verificado na mesma empresa um aumento acentuado de compras entre os meses de junho e julho de 2015. Constatou-se igualmente um aumento no consumo esperado nas 3 zonas dos grupos 4, 5, 6 e menor consumo dos grupos 2 e 7. Na indústria centro existiu menor consumo esperado do que nas restantes indústrias.&#xD;
Conclusão: Após a análise de resultados, obtendo portanto uma perceção bastante abrangente de tendências de consumo, através das compras feitas pela população-amostra estudada, verificamos alguma incongruência comparativamente com à Balança Alimentar Portuguesa de 2008-2012), destacando para um aumento de consumo de carnes, ovos e peixe, e um défice de leguminosas, contudo as hortofrutícolas e frutas aumentaram e o consumo de cereais e leites e gorduras diminuiu. Especificando o estudo para o consumo de carnes vermelhas e carnes processadas, através do teste estatístico Não Paramétrico não se verificou alteração no consumo, contudo é importante referir que para concretizar uma avaliação de consumo alimentar seria necessário fazer um acompanhamento diário da seleção individual de refeição feita por cada elemento da totalidade da amostra estudada.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10884/1132</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A Importância do Iodo e a Necessidade de Suplementação em Idade Pediátrica</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10884/1098</link>
      <description>Title: A Importância do Iodo e a Necessidade de Suplementação em Idade Pediátrica
Authors: Pinto, Patrícia Filipa Silva
Abstract: Nesta revisão bibliográfica pretende-se compreender e clarificar a importância do iodo no desenvolvimento humano. Sendo um oligoelemento fundamental no funcionamento da tiróide, torna-se fulcral a sua ingestão nas quantidades desejadas, o que na grande maioria dos casos só se consegue através da suplementação. É conhecido que o défice deste elemento durante o desenvolvimento embrionário causa graves problemas, no entanto em Portugal a suplementação de iodo não faz parte das prescrições médicas durante a gravidez.&#xD;
A suplementação adquire maior importância em idade pediátrica, fase de grande desenvolvimento neurológico do ser humano. Um défice deste mineral pode traduzir-se em graves complicações de saúde, sobretudo ao nível cognitivo e neurológico.&#xD;
A Organização Mundial de Saúde sugere várias recomendações para as quantidades de iodo em diferentes situações fisiológicas e, apesar de não ser unânime, são vários os países que apresentam valores recomendados. Os programas de introdução do sal iodado na alimentação da população em geral e fortalecimento da distribuição de alimentos ricos em iodo, são pilares essenciais na estratégia mundial para esta matéria de saúde pública (World Health Organization, 2007).&#xD;
A suplementação surge como forma de minimizar défices de aporte de iodo em idade pediátrica e suprir possíveis doenças ou atrasos cognitivos. Esta estratégia passa por disponibilizar a suplementação a um maior número de indivíduos, tendo como objetivo fulcral evitar ou, na pior das hipóteses, minimizar toda e qualquer consequência negativa resultante da deficiência de iodo. Sendo assim, o presente trabalho visa sensibilizar para a necessidade de diagnosticar precocemente as patologias da tiróide que resultam das alterações no aporte de iodo e contribuir para a clarificação sobre as reais necessidades da suplementação de iodo como forma de minimizar défices de aporte deste elemento em idade pediátrica e suprir possíveis doenças ou atrasos cognitivos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10884/1098</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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