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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/1274</link>
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    <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 20:34:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-20T20:34:36Z</dc:date>
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      <title>Operational impacts of vibration and noise on offshore helicopter pilot</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10884/1689</link>
      <description>Title: Operational impacts of vibration and noise on offshore helicopter pilot
Authors: Teixeira, Carlos Luciano Domingues
Abstract: No setor de petróleo e gás, os trabalhadores viajam de helicóptero entre locais terrestres e offshore. A duração dos voos varia de 45 a 90 minutos por perna voada, com muitos tripulantes de voo excedendo rotineiramente 10 horas de período de serviço de voo (PSV) e limitados a 8 horas de serviço de voo (SV) por dia. No ar, os pilotos enfrentam condições que contribuem para a fadiga física e mental. Este estudo avalia a exposição dos pilotos de helicópteros a altos níveis de ruído em decibéis e vibração de corpo inteiro (VCI), fatores decisivos e relevantes para a fadiga durante longos períodos operacionais. Vinte e cinco pilotos do sexo masculino em Angola foram selecionados para a recolha de dados, por meio de amostragem não probabilística, incluindo voos em helicópteros dos modelos AW139 e AW189, operados pelas empresas SonAir e Bestfly. As medições obtidas durante voos comerciais utilizaram acelerómetros para medir vibração e microfones para medir som. Os participantes tinham, em média, mais de 45 anos, mediam 1,75 metros de altura e pesavam mais de 85 kg. O presente estudo conclui que a exposição a vibrações e ruído é substancial e prejudicial, indicando uma exposição cumulativa significativa ao ruído e às vibrações durante voos diários superiores a 4 horas, levando a recomendações de limites diários de voo. Como solução para a gestão do risco de fadiga dos tripulantes, apresenta-se uma metodologia de gestão que confirma a seleção ideal de uma escala ON/OFF. Essa abordagem será crucial para a manutenção dos sistemas de gestão da segurança operacional da aviação e para a promoção da melhoria contínua do safety. No entanto, a generalização é limitada devido à representação inadequada dos dados entre as regiões e à ausência de participantes do sexo feminino. Fatores externos que possam afetar a fadiga dos pilotos não foram considerados neste estudo.</description>
      <pubDate>Sun, 12 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10884/1689</guid>
      <dc:date>2025-10-12T00:00:00Z</dc:date>
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