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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/221</link>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/662">
    <title>O EXERCÍCIO EXCÊNTRICO EM INCAPACIDADE DECORRENTE DA CONDIÇÃO TENDINOPATIA ROTULIANA</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/662</link>
    <description>Title: O EXERCÍCIO EXCÊNTRICO EM INCAPACIDADE DECORRENTE DA CONDIÇÃO TENDINOPATIA ROTULIANA
Authors: Gameiro, Nuno; Mamede, Rui; Neto, Tiago
Abstract: As lesões do tendão, como a tendinopatia rotuliana&#xD;
(TR), tendem a ser muito frequentes em atividades&#xD;
desportivas, pois são impostas no tendão força e&#xD;
sobrecarga que conduzem a um aumento do risco de&#xD;
lesão. Este tipo de lesão interfere com o exercício e&#xD;
com a participação desportiva, afetando assim a&#xD;
saúde de uma forma global (Visnes et al, 2005;&#xD;
Sandrey, 2004; Sharma &amp; Maffulli, 2005).&#xD;
Especificamente no caso da TR, são inúmeras as&#xD;
modalidades interventivas disponíveis, existindo&#xD;
contudo pouco consenso relativamente à sua eficácia.&#xD;
Não obstante, o exercício excêntrico tem vindo a ser&#xD;
considerado como uma opção de eleição neste tipo de&#xD;
condição (Sandrey, 2004).</description>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/659">
    <title>Efectividade da crioterapia na diminuição da dor e aumento da força no indivíduo com DMR</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/659</link>
    <description>Title: Efectividade da crioterapia na diminuição da dor e aumento da força no indivíduo com DMR
Authors: Carreira, Daniel; Neto, Tiago
Abstract: Problema: A dor muscular retardada (DMR) é uma experiência comum que afecta os indivíduos após a participação destes em actividades físicas extenuantes ou às quais não estão habituados. Os sintomas podem ir desde um aumento de sensibilidade nos músculos, até à dor aguda e debilitante. A crioterapia é uma das modalidades mais utilizadas como agente anti-inflamatório e analgésico nas condições músculo-esqueléticas. No entanto, existe alguma discordância em relação á sua influência na sintomatologia da DMR. &#xD;
Objectivos:	O objectivo geral desta revisão sistemática consiste em verificar se a crioterapia diminui a sintomatologia dolorosa da DMR e se ajuda a restaurar mais rapidamente a força muscular. &#xD;
Métodos: Na realização da pesquisa foram consultadas as bases de dados B-on, EBSCO, Cochrane Library, Medline e PEDro com o intuito de encontrar ensaios clínicos aleatórios que tenham sido publicados. Foram seleccionados seis estudos, através da aplicação dos critérios de inclusão e exclusão (RCTs, com DMR induzida experimentalmente em adultos, e avaliação da dor e força muscular). Os estudos seleccionados foram classificados segundo a escala de PEDro.&#xD;
Resultados: Os 6 artigos obtiveram uma média de 4,8 (entre 3 e 8) valores na escala de PEDro. Os resultados da análise desta revisão sistemática mostram que existe alguma disparidade nos resultados dos artigos disponíveis que estudaram a efectividade da crioterapia. Dos 6 estudos apenas um mostrou resultados significativos em relação à diminuição da dor, e dois estudos comprovaram um aumento de força resultante da aplicação de crioterapia, quando comparados com os respectivos grupos de controlo. No geral, os ensaios clínicos avaliados mostraram que a aplicação de técnicas de crioterapia não são eficazes na diminuição da dor ou aumento da força decorrentes da DMR..&#xD;
Conclusões: As diversas modalidades de crioterapia usadas nos estudos revistos apontam para resultados pouco significativos na diminuição da dor e aumento dos níveis de força, em sujeitos com DMR. A homogeneidade do método de indução de DMR deve ser um factor a ter em conta em estudos futuros, de modo a providenciar protocolos mais válidos para a recuperação da sintomatologia provocada pela DMR. Futuras investigações sobre esta temática são necessárias para elucidar a mais apropriada dosagem e frequência das intervenções, de modo a clarificar a efectividade de tais estratégias e providenciar linhas de orientação para a prática baseada na evidência.</description>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/572">
    <title>LOW BACK PAIN ON ELITE VOLEEYBALL PLAYERS – Identification of biomorphological risk factors</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/572</link>
    <description>Title: LOW BACK PAIN ON ELITE VOLEEYBALL PLAYERS – Identification of biomorphological risk factors
Authors: Costa e Silva, Lara
Abstract: Introduction: According to several authors, low back pain is in volleyball is a common phenomenon which must be understood.&#xD;
Aim: To identify and determine the influence of biomorphological risk factors on low back pain occurrences, of volleyball professional players who have at least 2 weekly training sessions of 2 hours each, and competed on regional, district and national championships.&#xD;
Methods: A self-answered questionnaire was distributed to 301 athletes of the Autonomous Region of Madeira in order to determine the prevalence of the injury and to collect information about its prevalence pattern. Due to convenience reasons, 124 athletes with (41) and without (83) low back pain were measured. A large number of anthropometric measures were collected according to the International Society for the Advancement of Kinanthropometry procedures (1). The data were processed with a SPSS program. Descriptive statistics was performed for each sex and for different age groups (15-16 and above 18 years). A multifactorial logistic analysis was used to evaluate the influence of biomorphological risk factors. The statistic probability was set to p≤.05.&#xD;
Results: The annual prevalence (2005) of low back pain was of 17.2%. The most affected athletes were the above 18 years subgroup, in which the prevalence values reached 30.6%. Indirect trauma was the most mentioned cause for the complaints; the serve and spike were the technical gestures pointed out as being at the origin of the pain. The injuries occurred mainly during the training sessions having had spontaneous resolution (benign). The risk factors for low back pain occurrence found by logistic multifactorial analisys were: age, years of practice and higher values of the abdominal and biceps skinfold. For the female sample, age (O.R. = 1,278 to a p&lt;0,05) and the abdominal skinfold (O.R. = 1,222 to a p&lt;0,05) were considered as a risk factors. For the male sample age revealed to be the most important risk factor (O.R. = 1,419 to a p&lt;0,05). Biceps skinfold was considered as a risk factor in the 15/16 year old range (O.R. = 1,613 to a p&lt;0,05) and also in athletes with more than 18 years (O.R. = 1,184 to a p&lt; 0,05).&#xD;
Discussion and Conclusions: The registered models were, in their majority, in accordance with the literature. Low back pain increases with age in general, and in volleyball players in particular. In Silva’s study (2), the age ranges between 25-29 years old and 30-34 years old were the most affected. Also Lund (3) and Lindner (4) stated that the prevalence in older athletes is higher and that the injury risk increases with age, especially in cases of overuse injuries such as tendinitis and back problems. Salminem (5) also  refers that the occurrence increases with age as well as recurrence and severity. Abdominal skinfold is also a risk factor for the women group. Several investigators as Toda (6), Han (7) and Lean (8) have stated that women with higher values of abdominal fat have more low back pain. Hicks (9) also came to the conclusion that individuals with a higher fat percentage on the torso have more tendency to “trigger” low back pain. Biceps skinfold was a risk factor for the 15/16 year old range group. We did not find an explanation for this particular result. In conclusion the excess of fat mass on the torso increases the risk for low back pain.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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