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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/191</link>
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    <dc:date>2026-06-15T19:39:31Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/1134">
    <title>Corredor Verde</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/1134</link>
    <description>Title: Corredor Verde
Authors: Franco, António Manuel Dias
Abstract: O presente trabalho consiste numa proposta de um roteiro turístico que abrange um “Corredor Verde” inserido nos concelhos de Espinho e Ovar e tem como principal componente a valorização histórica e ambiental dos três locais de estudo. Castro de Ovil, com a sua história e arqueologia, a Lagoa de Paramos, com a sua importância ambiental, a sua requalificação e valorização ao nível da fauna e da flora e por último mas não menos importante, temos o Parque Ambiental do Buçaquinho, um parque com uma riquissima biodiversidade e espaço lúdico e de lazer.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/1036">
    <title>Efeitos nefastos das descargas residuais nos mares e oceanos Ecótono do Rio Tejo com o Oceano Atlântico As reservas marinhas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/1036</link>
    <description>Title: Efeitos nefastos das descargas residuais nos mares e oceanos Ecótono do Rio Tejo com o Oceano Atlântico As reservas marinhas
Authors: Afonso, João José Gonçalves
Abstract: Com o presente trabalho pretende-se estudar o efeito que as descargas residuais descontroladas provenientes das ribeiras costeiras marítimas e estuarinas exerceram no ecossistema marinho. Paralelamente, pretende-se avaliar o impacto da entrada em funcionamento das ETAR na zona do ecótono do estuário do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, atendendo ao efluente final produzido, numa área compreendida entre Caxias (Ribeira de Barcarena), Cabo da Roca e o Cabo Espichel. Para tal, tem-se como principais objetivos:&#xD;
Perceber e quantificar os efeitos nefastos de décadas de descargas sucessivas sem qualquer tratamento, que afetaram a qualidade da água e da areia das praias próximas da zona do ecótono, as consequências negativas sobre o ecossistema local, e igualmente o impacto para a saúde pública.&#xD;
Avaliar a eficácia das ETAR na qualidade do efluente descarregado no meio marinho e estuarino, assim como também na qualidade da areia das praias na zona do ecótono, visando antever potenciais consequências para a saúde publica.&#xD;
No que respeita à legislação adotada, dentro do quadro nacional e da União Europeia, perceber o seu cumprimento e implementação face aos resultados almejados. Serão igualmente consideradas possíveis consequências negativas que possam surgir face a medidas já implementadas e procurar-se-á alcançar soluções e sugestões, quando possível e fundamentadamente.&#xD;
Perceber, monitorizar e avaliar as pressões antrópicas exercidas nos ecossistemas marinhos, em especial nas áreas protegidas próximas do ecótono do Rio Tejo com o oceano Atlântico, quer sejam consequência do efluente final produzido pelas ETAR locais bem como por atividades de pesca comercial e lúdica e ainda atividades diversas comerciais e de lazer que ocorram nestes locais.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/1026">
    <title>A vulnerabilidade dos recursos florestais na Serra de Sintra</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/1026</link>
    <description>Title: A vulnerabilidade dos recursos florestais na Serra de Sintra
Authors: Vieira, André Antunes
Abstract: Sintra é um dos municípios com maior risco de incêndio da Área Metropolitana de&#xD;
Lisboa. Um grande incêndio nesta paisagem classificada seria uma perda irreparável, o&#xD;
que levaria muitos anos a recuperar. Torna-se assim de particular importância a gestão&#xD;
correta dos espaços florestais e a definição de uma adequada política de planeamento,&#xD;
tendo em vista a valorização, a proteção e a gestão sustentável dos recursos florestais.&#xD;
A defesa da floresta contra os incêndios no Parque Natural de Sintra-Cascais é um&#xD;
princípio fundamental com o objetivo de valorizar a paisagem que é considerada única e&#xD;
a área agrícola como fator do equilíbrio dos ecossistemas e da ocupação do território.&#xD;
Estes vetores fundamentais assumem um papel importante na estrutura e organização do&#xD;
sistema urbano, na atividade turística, na integração paisagística, proteção e valorização&#xD;
ambiental, que potenciam coesão de desenvolvimento favoráveis à viabilidade e&#xD;
competitividade económica que é de interesse preservar e desenvolver.&#xD;
O presente trabalho incide sobre o estudo do processo de gestão dos recursos florestais e&#xD;
sobre a percepção das fragilidades da floresta Sintrense, devido a um conjunto de&#xD;
variáveis biofísicas e humanas, cuja dinâmica temporal e espacial produz situações de&#xD;
perigo para a floresta do Parque Natural Sintra-Cascais.&#xD;
Será feita uma abordagem teórica no primeiro capítulo sobre a caraterização da Serra de&#xD;
Sintra, a sua classificação e reconhecimento a Património Mundial e uma análise dos&#xD;
parques e da floresta, no segundo capitulo, os organismos Nacionais e Internacionais&#xD;
que intervêm no Parque Natural Sintra-Cascais e uma análise da gestão dos recursos&#xD;
florestais nomeadamente no âmbito do estado de conservação e irradiação de espécies&#xD;
invasoras e por ultimo no terceiro capítulo, um estudo mais aprofundado relativamente à&#xD;
importância dos organismos que intervêm na prevenção dos incêndios florestais e os&#xD;
factores que condicionam os incêndios nomeadamente o clima.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10884/959">
    <title>Escaravelho das Palmeiras – Combate à Destruição do PatrimónioPaisagístico de Cascais</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10884/959</link>
    <description>Title: Escaravelho das Palmeiras – Combate à Destruição do PatrimónioPaisagístico de Cascais
Authors: Fernandes, João Pinto
Abstract: Para muitos paisagistas as palmeiras são das plantas preferidas em termos de valorização ornamental. São elementos marcantes na composição da paisagem onde se inserem e transmitem aos locais onde estão implementadas o aspeto histórico, luxuriante e de encantamento do mais fiel estilo tropical. Devido à robustez e porte elevado ocupam lugares de destaque do paisagismo urbano, enaltecendo assim, os alinhamentos de espaços públicos, nomeadamente passeios públicos e arruamentos, a composição de jardins e de jardins históricos e botânicos e, ainda, ambientes internos. O escaravelho das Palmeiras de nome científico Rhynchophorus ferrugineus (Olivier), é hoje, uma das pragas mais importantes das palmeiras. Apesar da sua origem ser o Subcontinente Indiano e Médio Oriente têm-se vindo a propagar por todo o mundo causando danos graves nas palmeiras e até mesmo o seu colapso. Chegou à Europa em 1993 no Sul de Espanha e rapidamente se disseminou pelos restantes países do Mediterrânio, chegando a Portugal, Algarve em 2007 e foi posteriormente assinalado em Cascais em 2010. A palmeira mais apetecível e vulnerável a este inseto é a palmeira das canárias (Phoenix canariensis).&#xD;
As características biológicas deste coleóptero voador, fitófago, cosmopolita, multivoltino e a sua grande capacidade reprodutiva são as principais razões para que seja considerado extremamente nocivo para as palmeiras. O inseto completa as 4 fases do seu ciclo de vida (inseto adulto, ovos, pupa e larva) no interior da palmeira, 4 vezes por ano. A sua rápida reprodução encontra-se inteiramente ligada ao fator abiótico temperatura. A fase mais prejudicial para o estado fitossanitário da palmeira é a altura de larva, destruindo o seu sistema vascular. Uma vez que isto se passa no interior da palmeira é muito difícil o mesmo ser detetado. Os sintomas da infestação na palmeira podem ser observados visualmente, sobre escuta ou através do cheiro. Nas palmeiras das canárias podem-se verificar sintomas como, folhas roídas, orifícios no espique, coroa e base da das folhas, tecidos triturados, cheiro fétido, folhas pendentes ou secas, coroa em “chapéu-de-chuva”, queda de folhas no solo e destruição do meristema. Não existe uma medida de controlo totalmente eficaz e as principais medidas recaem sobre uma abordagem integrada com uma atitude preventiva. A análise para Cascais sobre a temática conclui que, desde 1981 até ao final de 2014 as palmeiras eram protegidas contudo em 2015 deixaram do ser e têm um carater ornamental e paisagístico associado ao turismo tropical que Cascais quer evidenciar junto ao sua linha de costa. A praga encontra-se a descontrolada por todo o território com grande influência nas zonas do Estoril e Cascais. O aumento da temperatura associado aos cenários das alterações climáticas potencia o aumentando da população de insetos. Em Cascais optou-se por uma abordagem integrada com uma atitude preventiva com base na investigação, prospeção através da captura de insetos e tratamentos preventivos e curativos através de duches foliares e endoterapia às palmeiras. O valor investido neste sistema integrado de combate é inferior ao valor ornamental das palmeiras. Uma atitude preventiva e uma seletiva escolha dos exemplares com maior valor ornamental a preservar são a melhor aposta para a manutenção da paisagem caso contrário ocorrerão danos irreversíveis na paisagem.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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