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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10884/1192</id>
  <updated>2026-04-20T20:26:07Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T20:26:07Z</dc:date>
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    <title>Metodologia para Implementação da Diretiva NIS2</title>
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    <author>
      <name>Esteves, Pedro Miguel Pereira</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10884/1698</id>
    <updated>2026-01-23T03:01:43Z</updated>
    <published>2025-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Metodologia para Implementação da Diretiva NIS2
Authors: Esteves, Pedro Miguel Pereira
Abstract: A crescente dependência das Tecnologias de Informação Comunicação (TIC),&#xD;
impulsionada pela Transformação Digital (TD) e por tecnologias emergentes como a&#xD;
Inteligência Artificial (IA), big data, Internet of Things (IoT) ou computação na nuvem,&#xD;
tem contribuído significativamente para o desenvolvimento económico e social das&#xD;
sociedades. Todavia, esta evolução tem criado uma maior exposição a ciberameaças, cada&#xD;
vez mais frequentes e sofisticadas. Como resposta a este cenário, a União Europeia (UE)&#xD;
aprovou a Diretiva (UE) 2022/2555 (NIS2), que revoga a Diretiva (UE) 2016/1148 (NIS),&#xD;
com o objetivo de reforçar a resiliência das redes e sistemas de informação no espaço&#xD;
europeu. Este estudo pretende desenvolver uma metodologia prática para apoiar as&#xD;
organizações – especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PME) – na&#xD;
implementação proporcional e prática dos requisitos desta Diretiva. Para atingir este objetivo, foi adotada uma investigação mista, combinando a revisão da&#xD;
literatura com a análise quantitativa (questionários) e qualitativa (entrevistas). A revisão&#xD;
da literatura permitiu clarificar os principais conceitos deste estudo – TIC, TD, Segurança&#xD;
da Informação (SI) e cibersegurança – bem como compreender a evolução das políticas&#xD;
nacionais e europeias orientadas para reforçar a cibersegurança. A análise efetuada&#xD;
revelou ainda que a NIS2 introduz requisitos mais rigorosos que a sua antecessora,&#xD;
nomeadamente o alargamento do âmbito de aplicação, o reforço das medidas de gestão&#xD;
dos riscos, a imposição de medidas relativas à cadeia de abastecimento e a atribuição de&#xD;
maiores responsabilidades aos órgãos de gestão. Adicionalmente, estabelece um regime&#xD;
de supervisão e sancionatório, que não estavam previstos na NIS. Os resultados da análise quantitativa revelam que as organizações inseridas em setores&#xD;
com maior regulação – como a banca, infraestruturas digitais e energia – apresentam&#xD;
níveis de maturidade em cibersegurança mais elevados, enquanto que as restantes&#xD;
organizações demonstram fragilidades significativas. A componente qualitativa, baseada&#xD;
em entrevistas a especialistas de cibersegurança, confirmou estas assimetrias e permitiu&#xD;
identificar os principais desafios enfrentados pelas organizações, nomeadamente, a falta de recursos humanos especializados, as limitações financeiras, a complexidade técnica e&#xD;
as dificuldades na gestão da cadeia de abastecimento.&#xD;
Com base nesta análise, foi desenvolvida uma metodologia prática e adaptável, que&#xD;
pretende ser um instrumento de apoio, especialmente para as PME, na adoção faseada da&#xD;
Diretiva NIS2, alinhada com o perfil de risco e capacidade de cada entidade.&#xD;
O Estudo reconhece algumas limitações, nomeadamente a impossibilidade de integrar a&#xD;
análise da Lei n.º 59/2025, que transpõe a Diretiva para ordenamento jurídico português,&#xD;
bem como o número reduzido de respostas ao inquérito. Para investigações futuras,&#xD;
recomenda-se o alargamento da amostra, bem como a validação prática da metodologia&#xD;
proposta em diferentes setores de atividade.</summary>
    <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Integração de inteligência artificial na gestão de serviços de TI</title>
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    <author>
      <name>Alves, Fernando Jorge Almeida</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10884/1695</id>
    <updated>2026-01-14T03:02:01Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Integração de inteligência artificial na gestão de serviços de TI
Authors: Alves, Fernando Jorge Almeida
Abstract: Esta dissertação investiga como a inteligência artificial pode ser incorporada na gestão de&#xD;
serviços de TI para melhorar o desempenho operacional e a experiência do utilizador em&#xD;
ambientes de grande dimensão, com processos bem definidos e documentados.&#xD;
Motivados pela dependência persistente da triagem manual e de ferramentas&#xD;
desintegradas. Esta tese é focada na literatura com um estudo empírico de vinte&#xD;
profissionais de TI que utilizam uma plataforma ITSM convencional (BMC Remedy). A&#xD;
pesquisa identifica técnicas de IA adequadas — principalmente o processamento de&#xD;
linguagem natural baseado em transformadores para classificação hierárquica de tickets&#xD;
com vários rótulos e assistência aumentada por recuperação — e implementa um&#xD;
protótipo que integra um classificador NLP com o fluxo de trabalho ITSM por meio de&#xD;
APIs e fluxos de eventos. É utilizado um design de caso descritivo: os dados da pesquisa&#xD;
capturam percepções de benefícios, riscos e prontidão; comparações instrumentadas de&#xD;
janelas de tempo correspondentes avaliam mudanças nos indicadores operacionais. Os&#xD;
resultados mostram um forte consenso de que a IA acelera a resposta, melhora a&#xD;
integração de dados e aumenta a satisfação do utilizador, enquanto a neutralidade aumenta&#xD;
quando as alegações dizem respeito à redução direta de custos ou à eliminação de falhas.&#xD;
A preparação organizacional percebida é moderada, mas desigual, e a complexidade&#xD;
técnica é atribuída à integração de legados, qualidade dos dados e governança. Os&#xD;
resultados do protótipo indicam reduções na classificação manual e um encaminhamento&#xD;
inicial mais rápido, com os maiores efeitos onde as taxonomias de padrões são sólidas e&#xD;
os ativos de conhecimento são maduros. As partes interessadas aceitam a IA quando as&#xD;
recomendações expõem a proveniência e a confiança e quando as ações permanecem&#xD;
reversíveis. No geral, o estudo demonstra a viabilidade técnica e o valor operacional da&#xD;
triagem assistida por IA, ao mesmo tempo que sublinha que ganhos mensuráveis em&#xD;
fiabilidade e custo requerem uma gestão disciplinada dos dados, avaliação ao nível do&#xD;
fluxo de trabalho e integração sociotécnica. A dissertação conclui com um roteiro de&#xD;
adoção que enfatiza a fidelidade da configuração, a explicabilidade, a automação&#xD;
reversível e a medição credível de KPI.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Impacto da tecnologia na profissão de contabilista: aliança ou substituição na perceção dos empresários</title>
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    <author>
      <name>Roque, Bruno Miguel Branco</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10884/1693</id>
    <updated>2025-12-19T03:01:33Z</updated>
    <published>2025-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Impacto da tecnologia na profissão de contabilista: aliança ou substituição na perceção dos empresários
Authors: Roque, Bruno Miguel Branco
Abstract: A presente dissertação analisa o impacto da transformação digital na profissão de contabilista certificado, focando-se nas mudanças provocadas pela adoção de tecnologias avançadas, em particular a inteligência artificial (IA). O estudo teve como objetivo compreender a perceção dos empresários portugueses sobre a substituição ou complementaridade do papel do contabilista no contexto da digitalização. Através de um questionário aplicado a 388 empresários, foram recolhidos dados que permitiram aferir o grau de digitalização das empresas, o uso de software contabilístico, o envolvimento do contabilista nas decisões estratégicas e as áreas em que os empresários consideram que o julgamento humano continua essencial. A revisão da literatura abordou estudos nacionais e internacionais que discutem a aplicação da IA na contabilidade, nomeadamente o seu papel na automatização de tarefas rotineiras, na melhoria da análise preditiva e na redefinição do perfil de competências exigido aos profissionais do setor. O enquadramento teórico foi reforçado com contributos recentes (2021–2024), incluindo investigações aplicadas à realidade portuguesa, onde se destaca a predominância de micro e pequenas empresas com diferentes níveis de maturidade tecnológica. Os resultados do estudo revelam uma visão equilibrada por parte dos empresários: reconhecem o potencial das tecnologias emergentes, mas também a importância do fator humano nas funções mais críticas da contabilidade. A análise estatística inferencial (teste qui-quadrado) confirmou a existência de diferenças significativas entre setores de atividade e dimensões empresariais. São apresentadas implicações para a formação académica e contínua dos contabilistas, bem como sugestões para políticas públicas e para o papel das ordens profissionais. Conclui-se que a tecnologia não elimina a profissão, mas exige a sua reinvenção.</summary>
    <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise do Conhecimento dos Utilizadores sobre Ciberataques Baseados em Inteligência Artificial</title>
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    <author>
      <name>Pacheco, Valdemar António</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10884/1691</id>
    <updated>2025-12-17T03:00:46Z</updated>
    <published>2025-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Análise do Conhecimento dos Utilizadores sobre Ciberataques Baseados em Inteligência Artificial
Authors: Pacheco, Valdemar António
Abstract: A Inteligência Artificial (IA) tem vindo a transformar de forma significativa o panorama da&#xD;
Cibersegurança, trazendo benefícios na deteção e mitigação de ameaças, mas também&#xD;
potenciando novos riscos através da sua utilização em ciberataques sofisticados. Este trabalho&#xD;
tem como objetivo analisar o nível de conhecimento dos utilizadores sobre ciberataques&#xD;
baseados em IA, identificando lacunas de informação, perceções sobre a gravidade e frequência&#xD;
dessas ameaças e avaliando a eficácia das estratégias de consciencialização existentes. A&#xD;
investigação foi conduzida através de questionários online e revisão sistemática da literatura,&#xD;
abrangendo diferentes perfis de utilizadores, desde académicos e profissionais de tecnologia até&#xD;
ao público em geral. Os resultados revelaram que, embora exista alguma familiaridade com&#xD;
conceitos básicos de IA e Cibersegurança, persistem fragilidades significativas na compreensão&#xD;
dos riscos específicos associados a ataques como phishing avançado, deepfakes e malware&#xD;
adaptativo. Constatou-se ainda que a falta de educação e formação direcionada contribui para&#xD;
comportamentos inseguros e maior vulnerabilidade digital. Com base nestas conclusões, são&#xD;
propostas recomendações para programas de consciencialização e educação mais eficazes,&#xD;
capazes de promover uma cultura de segurança cibernética robusta e preparar os utilizadores&#xD;
para enfrentar as ameaças emergentes potenciadas pela Inteligência Artificial.</summary>
    <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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