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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10884/1181</id>
  <updated>2026-04-20T20:35:40Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T20:35:40Z</dc:date>
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    <title>Caraterização da utilização de soja e produtos derivados como alternativas à terapia hormonal de substituição na menopausa</title>
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    <author>
      <name>Santos, Filipa A. S.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10884/1628</id>
    <updated>2024-07-10T02:06:50Z</updated>
    <published>2023-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Caraterização da utilização de soja e produtos derivados como alternativas à terapia hormonal de substituição na menopausa
Authors: Santos, Filipa A. S.
Abstract: A menopausa é um processo biológico, natural, na vida de uma mulher, diagnosticada após 12 meses de ausência menstrual como resultado da cessação permanente da função ovariana.&#xD;
Com frequência são identificados na menopausa alguns sintomas desagradáveis. Durante a perimenopausa, período que antecede a menopausa, e que pode durar alguns anos, também é com frequência identificada sintomatologia incómoda.&#xD;
São várias as abordagens terapêuticas existentes, e o presente estudo pretende identificar características ou comportamentos que poderão levar mulheres a optar pela terapia alternativa à base de soja e derivados, ou suplementos de soja para alívio dos sintomas vividos durante o climatério.&#xD;
Foi aplicado um questionário online composto por questões de carácter sociodemográfico e sobre a saúde das respondentes, por questões sobre a sua situação relativamente ao ciclo de vida feminino, e um grupo de questões retiradas da escala Cervantes, que avalia a qualidade de vida relacionada com saúde, a sintomatologia da menopausa, e outros aspetos como a relação do casal, o estado de humor e a sexualidade. Somando as pontuações em todas as questões, é possível obter um score, cujo valor máximo é de 95. Quanto mais elevado o score, mais baixa será a qualidade de vida da mulher.&#xD;
Foi possível verificar um score mais baixo nas mulheres que ainda menstruavam regularmente. Já nas mulheres no climatério e menopausa, verificou-se que o score era menor para as mulheres com mais de 65 anos e maior para mulheres com idade entre os 35 e 50 anos.&#xD;
Depois de aplicado o questionário e avaliados os resultados, foi possível concluir que a soja não parece ser percecionada como uma alternativa à terapia de substituição hormonal, uma vez que a maioria da amostra não tinha o hábito do consumo de soja nem por via alimentar, nem a sua utilização na forma de suplementos.</summary>
    <dc:date>2023-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Meat Consumption and Availability for Its Reduction by Health and Environmental Concerns: A Pilot Study</title>
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    <author>
      <name>Turnes, Andrea</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pereira, Paula</name>
    </author>
    <author>
      <name>Cid, Helena</name>
    </author>
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      <name>Valente, Ana</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10884/1617</id>
    <updated>2023-11-03T03:00:39Z</updated>
    <published>2023-07-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Meat Consumption and Availability for Its Reduction by Health and Environmental Concerns: A Pilot Study
Authors: Turnes, Andrea; Pereira, Paula; Cid, Helena; Valente, Ana
Abstract: In Portugal, dietary imbalances are evident [1–3], where the consumption of meat,&#xD;
sugar, fat, and salt is much higher than recommended [4]. Changes in eating habits over&#xD;
the years have been remarkable [5]. According to recent data, just 26% of the Portuguese&#xD;
population adheres to the Mediterranean diet [6], indicating a noteworthy divergence from&#xD;
this dietary pattern known globally as a health promoter. Some studies have suggested a&#xD;
link between frequent and high meat consumption and noncommunicable diseases (such&#xD;
as cancer, diabetes, and cardiovascular disease) [7–10]. Indeed, food choices, together with&#xD;
other lifestyle behaviors such as smoking and lack of physical activity, have been identified&#xD;
as risk factors for one-third of all fatalities in Portugal [11].&#xD;
More recently, environmental concerns have also been raised about excessive meat&#xD;
consumption [1,4,12], especially when referring to red meat, which appears to have the&#xD;
higher ecological footprint [13]. The emission of greenhouse gases is 57 times higher in beef&#xD;
when compared with tofu, while for poultry it is 4 times higher [13]. Even though there&#xD;
are no statistics on public knowledge of these data, this information is freely available to&#xD;
the public via the Our World in Statistics website. Also, the results of Sanchez-Sabaté and&#xD;
colleagues (2019) have shown that meat consumers are not willing to change their dietary&#xD;
habits for environmental reasons [12].&#xD;
In Portugal, the Food Balance report published by the National Institute of Statistics&#xD;
for the period 2016–2020 showed an increase in meat consumption in this period, despite&#xD;
a decrease during the pandemic, but still 8.7% higher than the previous analysis period&#xD;
of 2012–2015 [1]. Currently, Portuguese society is undergoing a transformation; Europe&#xD;
is experiencing an energy crisis, which will certainly affect food supply, with predicted&#xD;
increases in meat prices and a grain shortage [14]. The pressure to modify eating habits for&#xD;
economic reasons is great, and this could be a chance to promote public knowledge about&#xD;
the need to reduce meat consumption, which has obvious health and environmental benefits.&#xD;
The theme of the current piece is highly timely, given the current economic downturn,&#xD;
social unrest, energy problem, and environmental consciousness [15]. According to current&#xD;
knowledge, this is the first study in Portugal that aimed to assess the frequency of meat&#xD;
consumption and willingness to reduce consumption due to concern about the impact on&#xD;
health and the environment in residents of the Lisbon metropolitan region</summary>
    <dc:date>2023-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Relatório de Estágio</title>
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    <author>
      <name>Santos, Sónia Henriques dos</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10884/1586</id>
    <updated>2023-08-09T02:01:07Z</updated>
    <published>2022-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Relatório de Estágio
Authors: Santos, Sónia Henriques dos
Abstract: O presente relatório foi elaborado no âmbito da unidade curricular Estágio Académico do 4º&#xD;
ano da licenciatura em Ciências da Nutrição, com sede na Atlântica Instituto Universitário&#xD;
em Barcarena. O estágio em questão decorreu no 1º semestre no Centro de Responsabilidade&#xD;
Integrada de Traumatologia Ortopédica (CRI_TO) no Hospital de São José (HSJ) em Lisboa,&#xD;
onde foram desenvolvidas várias intervenções diretas em enfermaria composta por 23&#xD;
camas, tendo sido aplicados os mais distintos conhecimentos na área clínica de Ciências da&#xD;
Nutrição.&#xD;
A escolha por esta área em nutrição clínica, muito tem a ver com aquilo que pretendo exercer&#xD;
na minha atividade profissional. Neste sentido, apliquei várias competências que fui&#xD;
adquirindo ao longo do meu percurso académico. Unidades curriculares como a&#xD;
Dietoterapia, Nutrição Humana, Avaliação do Estado Nutricional, Anatomia, Patologia entre&#xD;
outras foram fundamentais para manter uma comunicação assertiva com a restante equipa&#xD;
multidisciplinar, bem como os utentes internados e respetivos familiares.&#xD;
Em suma, o facto de os estágios académicos proporcionarem a possibilidade de serem&#xD;
realizados em áreas tão especificas e distintas entre si, são sem sombra de dúvida uma maisvalia&#xD;
para adquirir competências nas mais diversas áreas de atuação do nutricionista.</summary>
    <dc:date>2022-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Relatório de Estágio</title>
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    <author>
      <name>Castro, Sónia Bento</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10884/1585</id>
    <updated>2023-08-09T02:01:05Z</updated>
    <published>2022-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Relatório de Estágio
Authors: Castro, Sónia Bento
Abstract: O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade curricular&#xD;
Estágio em Ciências da Nutrição do 8º semestre da licenciatura em Ciências da Nutrição da&#xD;
Atlântica - Instituto Universitário, realizadas no centro dietético Natur House de Corroios.&#xD;
Especificamente para a população portuguesa, de acordo com os dados mais recentes do&#xD;
Global Burden Disease (2019), o excesso de peso (incluindo a obesidade) também está&#xD;
entre os principais fatores risco para a carga de doenças crónicas não transmissíveis&#xD;
(DCNT) nosso país, contribuindo para cerca de 9% da mortalidade e 7% do total de YLDs&#xD;
no ano de 2019 (World Health Organization, 2022).&#xD;
A obesidade afeta a longevidade e a qualidade de vida. Por favorecerem doenças como a&#xD;
diabetes mellitus tipo 2, a hipertensão arterial ou a dislipidemia, o excesso de peso e a&#xD;
obesidade levam a um importante aumento do risco cardiovascular (Fundação Portuguesa&#xD;
de Cardiologia, 2021).&#xD;
A prevalência estimada da Insuficiência Cardíaca atualmente em Portugal é de 5,2%,&#xD;
correspondendo a cerca de 400 000 indivíduos adultos a sofrer da síndrome (Cândida,&#xD;
Dulce, P., &amp; Paulo, 2022).&#xD;
A sua incidência aumenta abruptamente com a idade a partir da sétima década de vida e é a&#xD;
primeira causa de hospitalização após os 65 anos, nos países industrializados (Fonseca &amp;&#xD;
Brás Daniel, 2018).&#xD;
Influenciar com sucesso os comportamentos de saúde individuais nunca foi tão importante&#xD;
como hoje. A capacidade de regular a sua própria saúde através de um autoconhecimento&#xD;
individual e autonomia no tratamento permite um maior sucesso nas alterações&#xD;
comportamentais e por consequência uma melhoria na prevenção e gestão de várias&#xD;
condições de saúde. Reduzir a prevalência de sobrepeso e de obesidade são dos principais&#xD;
desafios de saúde pública. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 39% dos&#xD;
adultos em todo o mundo têm sobrepeso e 13% são obesos, conduzindo a uma série de&#xD;
complicações de saúde (Teixeira &amp; Marques, 2017), como por exemplo doenças&#xD;
cardiovasculares (DCV), diabetes mellitus, insuficiência respiratória, hipertensão arterial&#xD;
(HTA), dislipidemias, síndrome metabólico e problemas osteoarticulares; bem como O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade curricular&#xD;
Estágio em Ciências da Nutrição do 8º semestre da licenciatura em Ciências da Nutrição da&#xD;
Atlântica - Instituto Universitário, realizadas no centro dietético Natur House de Corroios.&#xD;
Especificamente para a população portuguesa, de acordo com os dados mais recentes do&#xD;
Global Burden Disease (2019), o excesso de peso (incluindo a obesidade) também está&#xD;
entre os principais fatores risco para a carga de doenças crónicas não transmissíveis&#xD;
(DCNT) nosso país, contribuindo para cerca de 9% da mortalidade e 7% do total de YLDs&#xD;
no ano de 2019 (World Health Organization, 2022).&#xD;
A obesidade afeta a longevidade e a qualidade de vida. Por favorecerem doenças como a&#xD;
diabetes mellitus tipo 2, a hipertensão arterial ou a dislipidemia, o excesso de peso e a&#xD;
obesidade levam a um importante aumento do risco cardiovascular (Fundação Portuguesa&#xD;
de Cardiologia, 2021).&#xD;
A prevalência estimada da Insuficiência Cardíaca atualmente em Portugal é de 5,2%,&#xD;
correspondendo a cerca de 400 000 indivíduos adultos a sofrer da síndrome (Cândida,&#xD;
Dulce, P., &amp; Paulo, 2022).&#xD;
A sua incidência aumenta abruptamente com a idade a partir da sétima década de vida e é a&#xD;
primeira causa de hospitalização após os 65 anos, nos países industrializados (Fonseca &amp;&#xD;
Brás Daniel, 2018).&#xD;
Influenciar com sucesso os comportamentos de saúde individuais nunca foi tão importante&#xD;
como hoje. A capacidade de regular a sua própria saúde através de um autoconhecimento&#xD;
individual e autonomia no tratamento permite um maior sucesso nas alterações&#xD;
comportamentais e por consequência uma melhoria na prevenção e gestão de várias&#xD;
condições de saúde. Reduzir a prevalência de sobrepeso e de obesidade são dos principais&#xD;
desafios de saúde pública. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 39% dos&#xD;
adultos em todo o mundo têm sobrepeso e 13% são obesos, conduzindo a uma série de&#xD;
complicações de saúde (Teixeira &amp; Marques, 2017), como por exemplo doenças&#xD;
cardiovasculares (DCV), diabetes mellitus, insuficiência respiratória, hipertensão arterial&#xD;
(HTA), dislipidemias, síndrome metabólico e problemas osteoarticulares; bem como O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade curricular&#xD;
Estágio em Ciências da Nutrição do 8º semestre da licenciatura em Ciências da Nutrição da&#xD;
Atlântica - Instituto Universitário, realizadas no centro dietético Natur House de Corroios.&#xD;
Especificamente para a população portuguesa, de acordo com os dados mais recentes do&#xD;
Global Burden Disease (2019), o excesso de peso (incluindo a obesidade) também está&#xD;
entre os principais fatores risco para a carga de doenças crónicas não transmissíveis&#xD;
(DCNT) nosso país, contribuindo para cerca de 9% da mortalidade e 7% do total de YLDs&#xD;
no ano de 2019 (World Health Organization, 2022).&#xD;
A obesidade afeta a longevidade e a qualidade de vida. Por favorecerem doenças como a&#xD;
diabetes mellitus tipo 2, a hipertensão arterial ou a dislipidemia, o excesso de peso e a&#xD;
obesidade levam a um importante aumento do risco cardiovascular (Fundação Portuguesa&#xD;
de Cardiologia, 2021).&#xD;
A prevalência estimada da Insuficiência Cardíaca atualmente em Portugal é de 5,2%,&#xD;
correspondendo a cerca de 400 000 indivíduos adultos a sofrer da síndrome (Cândida,&#xD;
Dulce, P., &amp; Paulo, 2022).&#xD;
A sua incidência aumenta abruptamente com a idade a partir da sétima década de vida e é a&#xD;
primeira causa de hospitalização após os 65 anos, nos países industrializados (Fonseca &amp;&#xD;
Brás Daniel, 2018).&#xD;
Influenciar com sucesso os comportamentos de saúde individuais nunca foi tão importante&#xD;
como hoje. A capacidade de regular a sua própria saúde através de um autoconhecimento&#xD;
individual e autonomia no tratamento permite um maior sucesso nas alterações&#xD;
comportamentais e por consequência uma melhoria na prevenção e gestão de várias&#xD;
condições de saúde. Reduzir a prevalência de sobrepeso e de obesidade são dos principais&#xD;
desafios de saúde pública. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 39% dos&#xD;
adultos em todo o mundo têm sobrepeso e 13% são obesos, conduzindo a uma série de&#xD;
complicações de saúde (Teixeira &amp; Marques, 2017), como por exemplo doenças&#xD;
cardiovasculares (DCV), diabetes mellitus, insuficiência respiratória, hipertensão arterial&#xD;
(HTA), dislipidemias, síndrome metabólico e problemas osteoarticulares; bem como aumento dos custos de saúde quer a nível terapêutico quer a nível hospitalar (Lavie &amp;&#xD;
Kushner, 2018)&#xD;
Durante o presente Estágio tive oportunidade de acompanhar indivíduos com excesso de&#xD;
peso e obesidade e compreender a importância do estilo de vida, nomeadamente a&#xD;
alimentação e a prática de atividade física, na gestão da doença.</summary>
    <dc:date>2022-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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