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  <id>http://hdl.handle.net/10884/1</id>
  <updated>2026-04-20T19:48:25Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T19:48:25Z</dc:date>
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    <title>Níveis séricos de Luteína e sua relação com factores de risco cardiovascular em Diabéticos Tipo 2 com e sem retinopatia.</title>
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      <name>Marques, Cátia Diana Amado</name>
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    <updated>2019-05-25T02:00:23Z</updated>
    <published>2014-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Níveis séricos de Luteína e sua relação com factores de risco cardiovascular em Diabéticos Tipo 2 com e sem retinopatia.
Authors: Marques, Cátia Diana Amado
Abstract: Introdução: A diabetes mellitus constitui um problema mundial de saúde pública. A sua prevalência em 2012 foi de 12,9% para a população portuguesa com idades entre os 20 e os 79 anos, o que corresponde um valor estimado de 1 milhão de indivíduos. A diabetes mellitus tipo 2 é a mais prevalente, representando mais de 90% da população de indivíduos com diabetes. O stresse oxidativo pode ser responsável por diversas complicações angiopáticas na diabetes. Determinados carotenoides, como a luteína, têm revelado efeitos benéficos e as concentrações séricas de luteína têm sido estudadas com o objetivo de esclarecer qual a sua relação com fatores de risco cardiovascular e se poderá ter um efeito protetor na retinopatia e na macroangiopatia.&#xD;
Objectivo: Avaliar os níveis séricos de luteína em diabéticos tipo 2 com retinopatia e sem angiopatia, bem como a sua relação com fatores clássicos do risco cardiovascular.&#xD;
Métodos: Estudo epidemiológico observacional analítico do tipo caso-controlo numa amostra de 115 diabeticos tipo 2 com idades entre os 40 e os 75 anos. Foram constituidos 2 grupos: grupo I - 40 diabéticos com retinopatia e grupo II: 75 sem complicações. Ambos os grupos foram recrutados na Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal. Os dados do estudo foram obtidos a partir da base de dados do projeto “Hábitos alimentares, hiperhomocisteína e doença cardiovascular na diabetes tipo 2” com a referência PIC/IC/82957/2007. Os dados foram tratados através do software SPSS® versão 20.0. Para comparação de médias ou proporções e em função do tipo de variável foram utilizados os testes de t-student e qui-quadrado. As possíveis associações foram determinadas pela aplicação de um modelo de regressão linear simples.&#xD;
Resultados: Os níveis séricos de luteína foram semelhantes entre os grupos (I: 0,718 ± 0,05 μM vs. II: 0,717 ± 0,05 μM). Foi observada uma associação direta da luteína sérica com o colesterol HDL, e inversa com o índice de massa corporal e o perímetro abdominal no grupo II. Simultaneamente verificou-se também uma associação inversa da luteína com a pressão arterial diastólica e com as pulsações no grupo I.&#xD;
Conclusão: Parece existir um efeito protetor da luteína sérica no aparecimento de complicações angiopáticas da diabetes mellitus do tipo 2, visto que, níveis mais elevados de luteína no soro estão associados com a diminuição de factores de risco cardiovascular, como o índice de massa corporal, perímetro abdominal, pressão arterial diastólica ou pulsações e com o aumento de outros factores protetores, como o colesterol HDL.</summary>
    <dc:date>2014-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do risco nutricional em idosos utentes do Centro de Saúde da Alameda</title>
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      <name>Lage, Joana Monteiro</name>
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    <updated>2018-11-28T03:00:35Z</updated>
    <published>2016-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação do risco nutricional em idosos utentes do Centro de Saúde da Alameda
Authors: Lage, Joana Monteiro
Abstract: Introdução: O envelhecimento populacional é considerado um fenómeno mundial, sendo tão característico de países desenvolvidos como de países em desenvolvimento. Portugal é um dos países da União Europeia com maior percentagem de idosos e um menor número de população ativa. O Mini Nutritional Assessment® (MNA) representa um método simples e rápido sendo, por isso, a ferramenta mais utilizada para a avaliação nutricional. Tem vindo a ser demonstrada a utilidade desta ferramenta na identificação precoce de desnutrição e/ou risco nutricional em idosos.&#xD;
Objetivo: Avaliar a prevalência de desnutrição e/ou risco nutricional numa amostra de idosos utentes de um Centro de Saúde de Lisboa pertencente à Adminstração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.&#xD;
Metodologia: Estudo observacional analítico do tipo transversal realizado em 30 idosos utentes de um centro de saúde de Lisboa. Os dados sócioeconómicos, clínicos e de estilo de vida foram obtidos pela aplicação de um questionário de resposta fechada. O peso e a altura foram medidos de acordo com as recomendações da Direcção Geral de Saúde. O Índice de Massa Corporal (IMC) foi avaliado por comparação com o valor de referência de Lipschitz. Foi aplicado o MNA para avaliar a prevalência de desnutrição e/ou risco nutricional. A análise estatística dos dados foi realizada utilizando o software informático para Windows, SPSS®, versão 23.0 (SPSS INc, Chicago). A comparação dos valores médios de variáveis numéricas com distribuição normal foi realizada pela aplicação dos testes de t-student. Foi considerada significância estatística quando p&lt;0,05.&#xD;
Resultados: A maioria dos idosos (93,3%) realiza 3 refeições diárias e 96,7 dos participantes consome menos água diariamente do queo recomendado segundo a EFSA. Dos idosos avaliados, 36,7% dormia menos de 6 horas/noite. A avaliação do IMC segundo Lipschitz (1994) indica que, 54,1% dos homens e 65,2% das mulheres apresentam excesso de peso. Apesar de nenhum participante estar classificado como desnutrido, 16,7% estão em risco de desnutrição.&#xD;
Conclusão: A prevalência do risco de desnutrição na amostra é relevante, sendo crucial o acompanhamento nutricional dos idosos em risco de desnutrição ou desnutridos. É evidente a necessidade de intervenção nutricional personalizada no âmbito de cuidados de saúde primários realizada por um profissional de saúde especializado em alimentação e nutrição no idoso.</summary>
    <dc:date>2016-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>The Visible Flavonoids or Anthocyanins: From Research to Applications</title>
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      <name>Brouillard, Raymond</name>
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      <name>Isorez, Géraldine</name>
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    <updated>2019-01-07T17:35:42Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: The Visible Flavonoids or Anthocyanins: From Research to Applications
Authors: Brouillard, Raymond; Chassaing, Stefan; Isorez, Géraldine; Kueny-Stotz, Marie; Figueiredo, Paulo</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Molecular Interactions of Phenolic Compounds in Relation to the Colour of Fruit and Vegetables</title>
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      <name>Brouillard, Raymond</name>
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      <name>Elhabiri, Mourad</name>
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      <name>Dangles, Olivier</name>
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    <updated>2019-01-04T15:50:35Z</updated>
    <published>1997-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Molecular Interactions of Phenolic Compounds in Relation to the Colour of Fruit and Vegetables
Authors: Brouillard, Raymond; Figueiredo, Paulo; Elhabiri, Mourad; Dangles, Olivier
Abstract: Three large families of pigments give colour to plants: chlorophylls, carotenoids and flavonoids (Britton, 1983). The two latter are seen by humans on the green background provided by the chlorophylls. Carotenoids and flavonoids are widespread in fruit, flower and vegetable tissues. Flavonoids belong to a larger group of natural organic plant compounds, the polyphenols. Good recent introductions to the biochemistry of polyphenols may be found in Scalbert (1993) and in Brouillard et al.(1995). About ten thousand or so natural plant polyphenols have been presently identified, half of them probably being of the flavonoid type (Harbome, 1993). Coloured flavonoids are best seen in flower and fruit epidermal tissues. Such pigments are synthesized by almost all flowering vegetables and can be found in all plant organs. They are also found both unaltered or chemically or enzymatically modified in food products of vegetable origin and they constitute a regular component in human and animal diets. Every day about 10 g are consumed by an adult person. Among their many biological activities (Cody et al., 1986; 1988), only their prominent role in producing the most vivid colours to be found in plants will be taken into consideration. Almost all polyphenols strongly absorb light in the ultraviolet range but only a few members of this huge family do so in the visible range. In fact, the anthocyanins are the only meaningful subgroup of polyphenols visible to the human eye. Anthocyanins gradually appear in fruit, flower and other plant tissues when chlorophylls are fading away. Anthocyanins are stored, if not biosynthesized, within the vacuoles of mature …</summary>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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