Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10884/876
Title: O efeito da exploração visual na negligência unilateral espacial e na funcionalidade em utentes após um acidente vascular cerebral
Authors: Patriarca, Maria Alexandra Chança
Keywords: AVC
Negligência unilateral
Negligência unilateral espacial
Reabilitação
Exploração visual
Issue Date: 2012
Citation: Patriarca, Maria Alexandra Chança (2012). O efeito da exploração visual na negligência unilateral espacial e na funcionalidade em utentes após um acidente vascular cerebral. Barcarena : Universidade Atlântica
Abstract: Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de incapacidade a nível nacional e internacional e apresenta um enorme impacto negativo para os utentes. Uma das consequências bastante comum em utentes após um AVC é a negligência unilateral (NU). Este fenómeno consiste na incapacidade do utente em agir perante os estímulos vindos do lado contralesional. Dos diversos tipos de NU, o que ocorre com maior frequência após um AVC é a NU espacial. O seu diagnóstico assume grande importância para o processo de reabilitação dos utentes, sendo o Behavioral Inattention Teste (BIT) o instrumento mais utilizado na investigação para o realizar. Quanto ao tratamento da NU espacial, a exploração visual (visual scanning) é considerada uma das melhores intervenções de reabilitação para estes casos, e facilmente reflete resultados positivos nos utentes. Objetivo: Com este estudo pretende-se avaliar o efeito da exploração visual na NU espacial e na funcionalidade em utentes com sequelas de um AVC. Problemática do estudo: Qual será o efeito da exploração visual na NU espacial e na funcionalidade em utentes após um AVC? Metodologia: Estudo quantitativo, do tipo quasi-experimental, no qual a amostra será constituída por 30 elementos e selecionada por conveniência, de acordo com os critérios de inclusão e de exclusão. Inicialmente será preenchida uma ficha de caraterização dos participantes. Estes serão divididos em dois grupos, experimental e de controlo, e ambos serão avaliados antes e depois do período de intervenção com a utilização dos instrumentos: Medida de Independência Funcional (MIF) e BIT. A intervenção será aplicada ao grupo experimental, uma hora por dia, cinco vezes por semana, durante cinco semanas, utilizando um protocolo de exploração visual. Após o término das avaliações, proceder-se-á ao método de recolha e análise dos dados obtidos. Conclusões: Este projeto contribuiu para a formação pessoal e profissional, e caso seja aplicado, irá reforçar a escassa investigação nesta temática e será importante para auxiliar o fisioterapeuta na sua prática clínica.
URI: http://hdl.handle.net/10884/876
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