Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10884/757
Title: Comportamentos alimentares em crianças do 1º ciclo na Região do Algarve : comparação de populações urbanas com populações rurais
Authors: Rosa, Luciana Filipa Santos
Keywords: Crianças
Meio urbano
Meio rural
Comportamentos alimentares
Issue Date: 2012
Citation: Rosa, Luciana Filipa Santos (2012). Comportamentos alimentares em crianças do 1º ciclo na Região do Algarve : comparação de populações urbanas com populações rurais. Barcarena : Universidade Atlântica
Abstract: Introdução: Os estilos de vida das crianças são afetados pelo meio onde se inserem. Os hábitos alimentares, nas zonas urbanas, estão fortemente marcados pela industrialização. As populações que se inserem em zonas urbanas têm uma vasta gama de alimentos à sua disposição. Este estudo tem como propósito verificar se o ambiente, as escolhas e oportunidades alimentares em crianças do 1º ciclo que residem em meio rural difere das que residem no meio urbano, na região do Algarve. Métodos: Foi construído um questionário de administração direta que contemplou questões relativas a hábitos alimentares. As crianças inquiridas foram divididas em dois grupos, consoante a zona de residência. Foram recolhidos dados antropométricos, com o auxílio de um estadiómetro e uma balança. A análise estatística foi efetuada com o programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) versão 19.0 para Windows, após a recolha de todos os dados. Resultados: As crianças em estudo referem fazer cinco refeições diariamente, embora cerca de metade das residentes em meio rural e um terço das provenientes de meio urbano refiram omitir a ceia. Foram constatados alguns comportamentos alimentares incorretos, nomeadamente um elevado consumo de refrigerantes, durante o lanche da manhã, mais relevante no grupo urbano. A sopa é mais consumida na refeição do almoço, em particular pelas crianças do meio urbano e em ambiente escolar. Foi detetada uma ingestão frequente de fast-food principalmente no grupo rural, assim como a ingestão de alimentos noutros espaços de restauração, que não a escola. Verificou-se também uma frequência elevada no consumo de alimentos processados, sobretudo pelos alunos urbanos. Ambos os grupos mencionam praticar atividade física fora do ambiente escolar, um pouco mais os originários do meio rural. Conclusão: O presente estudo indica uma tendência de abandono da dieta, tradicionalmente praticada no Algarve, passando a privilegiar alimentos processados, com maior densidade energética, o que poderá contribui para a obesidade e aumento de doenças relacionadas com esta.
URI: http://hdl.handle.net/10884/757
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